PÓS ROBOTIZAÇÃO AUTOMATIZAÇÃO PONTA A PONTA

  • Diz-se que em um projeto de software é necessário escolher duas dessas três áreas de melhoria: Escopo, Custo e Tempo.
  • Usando esta solução, você será capaz de:
  • Diminuir o time-to-market, aumentando a produtividade (mais testes em menos tempo)
  • Diminuir o custo do teste dedicando menos recursos
  • Aumentar o volume de testes (mais iterações, múltiplas plataformas), melhorando assim a qualidade do ponto de venda
  • Nós conseguimos automatizar processos com o uso de técnicas mistas de software / hardware (robótica)
  • Validação e verificação de processos automáticos.
 

UMA VISÃO HOLÍSTICA E INTEGRADA

Quando se trata de alcançar excelência operacional, cumprir as regulamentações nacionais e internacionais ou obter qualquer tipo de certificação, a orientação torna-se indispensável.

Na prática, temos uma visão holística e integrada, que articula as dimensões de TI, pessoas e processos para uma implementação e transição suaves para esse estilo de gestão.

TESTES HUMANOS E 3D

Os elementos de teste da IoT ou de lojas como a Amazon Go apresentam desafios que não existiam até alguns anos atrás. Para poder fazer este tipo de teste, é essencial identificar todos os componentes do sistema completo e usar técnicas do mundo do design - como storyboards e matrizes de ponto de contato - para entender sua participação nas diferentes formas de uso.

A exibição visual de todos esses elementos nos permitirá validá-los mais facilmente, obter uma melhor compreensão de "tudo" e começar com uma ideia simples, para poder responder às perguntas que todo teste deve gerar: para que eu quero fazer esses testes? (determine um objetivo), o que vou tentar? (escopo), como vou tentar? Onde vou tentar? Quando vou fazer isso? e finalmente: por que eu vou fazer esses testes? (que é resultado das perguntas anteriores).

As últimas perguntas não são simples: o teste da IoT é diferente, porque a Internet das Coisas também é diferente. Isso resulta em uma rede de objetos físicos que contêm sensores ou tecnologias incorporadas para interagir com o ambiente interno ou externo e toma decisões inteligentes. E as "coisas" que intervêm nesses sistemas são, até certo ponto, "artefatos inteligentes". Quando falamos de IoT, temos um conjunto de "coisas" que incorporam novos elementos e interações aos nossos cenários de teste. Essas "coisas" são sensores e eletrônica embarcada, que fornecem informações, tomam decisões e aprendem, entre outras ações, muitas vezes sem interação humana. Neste contexto, os testes a serem realizados devem incluir todos esses elementos participantes, bem como seu volume e complexidade.

Dito de outra forma: não apenas temos que medir o técnico, mas também medir a interação com o humano. E isso, sem dúvida, é o grande desafio.